Teoria do não objeto

Para compreender a teoria do não objeto é imprescindível começar com um ponto, mencionado por Gullar no início do texto: um não objeto não é um antiobjeto, não se trata de algo imaterial ou negativo/oposto àquilo que compreendemos como um objeto convencional.
Portanto, entende-se como não objeto algo mais inédito, que provoca experiências sensoriais e mentais que são intangíveis aos objetos convencionais. Isto é, desperta a mente do usuário ao pensar em como, porquê ou se utilizar aquela criação de acordo com determinado propósito.
Trata-se de um abstratismo de uso em um elemento figurativo e estético.

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